Resumo Trabalho

A FRAGILIDADE DO IDOSO NA POLIFARMÁCIA: UMA ABORDAGEM DA FARMACOVIGIL NCIA

BEATRIZ PATRICIO ROCHA, CAMILA BEATRIZ BARROS ARAÚJO, LIVIA MARIA COELHO DE CARVALHO MOREIRA, YARA DA SILVA SOARES e orientado por PATRICIA TRINDADE COSTA PAULO

OS MEDICAMENTOS OCUPAM UM PAPEL IMPORTANTE NO SISTEMA DE SAÚDE, POIS PREVINEM, PROTEGEM, PRESERVAM E RECUPERAM A SAÚDE. POR SEREM AMPLAMENTE UTILIZADOS, O EMPREGO ADEQUADO DE MEDICAMENTOS SE TORNOU UM DOS GRANDES DESAFIOS PARA A SAÚDE PÚBLICA. O USO DE MEDICAMENTOS AINDA QUE DE FORMA RACIONAL PODE GERAR DANOS À SAÚDE OCASIONANDO EVENTOS ADVERSOS E INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS. UM DOS PRINCIPAIS FATORES DE RISCO PARA A OCORRÊNCIA DE INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS E REAÇÕES ADVERSAS AO MEDICAMENTO É O USO DE VÁRIOS MEDICAMENTOS SIMULTANEAMENTE. O AUMENTO DA POPULAÇÃO IDOSA REFLETE OS AVANÇOS DA MEDICINA ATUAL. ENTRETANTO, EMBORA OS AVANÇOS SEJAM GRANDES, PARA ALGUMAS DOENÇAS, SÃO LIMITADOS QUANDO SE TRATA DE DOENÇAS CRÔNICAS E HOSPITALIZAÇÕES EM IDOSOS. DESTA MANEIRA, ESTAS CONDIÇÕES REPRESENTAM UM GRANDE RISCO À SAÚDE DO IDOSO, NÃO SÓ PELA GRAVIDADE DAS ENFERMIDADES EM SI, MAS PELO MAIOR RISCO DE OCORRÊNCIA DE TRATAMENTOS FARMACOLÓGICOS MÚLTIPLOS, REAÇÕES ADVERSAS E INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS, QUE AGRAVA A MORBIMORTALIDADE DESSES INDIVÍDUOS E QUE PODERIAM SER EVITADAS ATRAVÉS DE PROGRAMAS DE FARMACOVIGILÂNCIA.

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