Resumo Trabalho

ALTERAÇÕES DA ESTABILIDADE POSTURAL E DO ALCANCE FUNCIONAL NO PROCESSO DO ENVELHECIMENTO

ANNA QUIALHEIRO ABREU DA SILVA, THAYNARA MAESTRI e orientado por DANIEL FERNANDES MARTINS e orientado por DANIEL FERNANDES MARTINS

O controle da postura em pé é uma habilidade requerida diariamente. O equilíbrio é resultado da interação harmônica de diversos sistemas do corpo humano: vestibular, visual, somatossensorial e musculoesquelético. Cada sistema possui componentes que, com o processo de envelhecimento, podem sofrer perdas funcionais que dificultam a manutenção do controle da postura e do equilíbrio corporal, o que, por sua vez, pode gerar prejuízos funcionais para o idoso em decorrência de quedas e aumentar os níveis de morbidade e mortalidade nessa população. A fratura dos ossos é uma das principais causas de internação entre os idosos e representa um dos maiores problemas de saúde pública. Entretanto, seu desenvolvimento e suas consequências podem ser reduzidos mediante a adoção de estratégias preventivas desde a idade adulta. Dessa forma, instrumentos que avaliam as alterações da estabilidade postural e estabilidade no alcance funcional podem ter o objetivo de predizer o risco de quedas. O equilíbrio é resultado da interação sistemas: vestibular, visual, somatossensorial e musculoesquelético. Com o processo de envelhecimento, podem sofrer perdas funcionais, prejuízos funcionais em decorrência de quedas e aumentar os níveis de morbidade e mortalidade. Diante disso foi verificado as possíveis alterações dos parâmetros de equilíbrio em adultos e idosos. A amostra foi constituída por 85 adultos. A avaliação do equilíbrio estático foi realizada por meio da análise do parâmetro da área de oscilação do centro de pressão (COP) aferido por uma plataforma de pressão. Na análise da estabilidade dinâmica foi utilizado o desempenho no teste de alcance funcional. A média de deslocamento foi acima de 15 cm para os 2 grupos indicando risco de quedas em todos estes mas não foi significativo entre os grupos, ou seja, não houve aumento do risco com o passar dos anos. Na análise estabilométrica não encontrou-se diferença estatística entre as faixas etárias avaliadas. Porém quando analisado os mesmos indivíduos, análise pareada, olhos abertos e fechados, houve diferença significativa entre os testes. Conclui-se que, neste estudo, o processo de envelhecimento não altera a estabilometria e o alcance funcional porém a estabilometria se mostrou dependente do sistema visual e proprioceptivo.

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