Resumo Trabalho

EDUCAÇÃO EM SAÚDE E APLICAÇÃO DE INSTRUMENTOS PARA AVALIAÇÃO DO RISCO DE QUEDAS EM IDOSOS

PALOMA KAREN HOLANDA BRITO, JULIA KAROLINE DUARTE DE AMORIM, GEÍSA BATISTA LEANDRO, FABRICIA CRISTINA VIDAL SILVA e orientado por FABIANA FERRAZ QUEIROGA FREITAS e orientado por FABIANA FERRAZ QUEIROGA FREITAS

A população idosa está crescendo demograficamente rápido, o que constitui um fenômeno complexo, que reverbera em todos os setores da sociedade, e dentre estes, a saúde pública. Entretanto, na mesma proporção que a qualidade de vida vem melhorando, alguns aspectos ainda estão presentes com frequência na vida dos idosos, como as quedas. Objetivou-se relatar a experiência vivenciada por acadêmicos do curso de enfermagem da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus Cajazeiras, frente ações de prevenção e avaliação do risco de quedas em residentes de um condomínio fechado para idosos no alto sertão paraibano. Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência a partir da participação voluntária de acadêmicos de enfermagem da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus Cajazeiras, em um Mutirão de saúde realizado no mês de junho de 2017 pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) em um condomínio para idosos independentes, localizado em uma cidade do alto sertão paraibano. Para efetivar as práticas educativas, utilizou-se, o lúdico para implantar a temática de prevenção de quedas, a fim de reter atenção dos idosos, tornando o momento mais descontraído. Em sequência a esse momento, para avaliação do risco de quedas, a manutenção postural estática e dinâmica dos idosos foi mensurada por meio do Teste de Alcance Funcional (TAF) e do teste Timed Up and Go (TUG). A realização de práticas educativas caracteriza-se como importante instrumento de socialização entre as pessoas idosas. Para efetivação dessas práticas é fundamental considerar a capacidade física, cognitiva, psicológica e cultural do publico em questão, para que haja aprendizagem e assimilação do conteúdo ministrado. A educação em saúde é uma metodologia participativa e dialogada, que intenciona a promoção da saúde e a prevenção de agravos. É utilizada para proporcionar informações adequadas e de qualidade para ajudar indivíduos a melhorar a sua saúde e o seu bem-estar. As informações transmitidas nas atividades de educação em saúde não devem apenas ser ouvidas, e sim absorvidas e colocadas em prática, evidenciando a eficácia das ações. Após as atividades, os idosos são capazes de reconhecer os possíveis riscos que o cercam, portanto, tornaram-se cautelosos e cuidadosos ao realizarem suas atividades básicas, como a simples retirada de tapetes das entradas das portas, fator bastante comum nos domicílios. Assim, são ações que estimulam a troca de conhecimento entre docentes, discentes e idosos, possibilitando e estimulando o convívio social dos idosos, tornando-os multiplicadores do saber, que impulsiona o melhor agir dos profissionais do amanhã, na perspectiva de um envelhecimento ativo e funcional, com garantia e manutenção da qualidade de vida.

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