Resumo Trabalho

TRATAMENTO FARMACOLÓGICO E COMPLEMENTAR DE IDOSOS SARCOPÊNICOS

WALESKA HOLANDA LEITE, ISADORA FELIX BARBOSA, AMANDA ALVES LEAL DA CRUZ, THUANE TEIXEIRA LIMA e orientado por FELIPE PERARO AZAMBUJA e orientado por FELIPE PERARO AZAMBUJA

Introdução: Sarcopenia é a redução de massa muscular esquelética, associada à redução da força muscular ou desempenho físico, geralmente com a perda da força muscular precedendo a perda da massa muscular em si. É considerado um fator de risco para quedas, perda da independência e hospitalização. Logo, leva à diminuição na qualidade de vida e aumento dos custos com saúde dos idosos. Objetivo: Revisar na literatura as possibilidades terapêuticas e os benefícios do acompanhamento nutricional associado à terapia medicamentosa no tratamento do idoso sarcopênico, bem como identificar os principais desafios relacionados a esse manejo. Métodos: Trata-se de uma revisão de literatura na qual utilizaram-se os termos “sarcopenia”, “idoso”, “massa muscular”, nas bases de dados LILACS, SciELO, e PubMed/MEDLINE. Resultados: A sarcopenia possui como etiologia primária o próprio envelhecimento e secundária os maus hábitos de vida, alterações na alimentação, uso de medicamentos, déficits nutricionais(principalmente de proteína e de Vitamina D) e consumo de álcool e tabaco. Para avaliação do estado nutricional e obtenção do diagnóstico utilizam-se parâmetros como história alimentar, exames laboratoriais, medidas antropométricas, exames bioquímicos e história clínica, que utiliza os criterios relacionados à força muscula, lentidão da marcha, nível de energía e perda de peso não intencional. A abordagem atual da sarcopenia consiste em otimização nutricional e funcional do trato gastro-intestinal, atividade física resistida, uso de suplementos e nutracêuticos como Whey Protein, Creatina e Ácido Ursólico, Vitamina D e reposição hormonal, quando indicado. Conclusões: Literatura ressaltando a relevância de novas abordagens à sarcopenia é carente de estudos e consensos, sendo essa a maior dificuldade relacionada ao manejo. Criação de protocolos terapêuticos se faz necessária para a melhora dos resultados nesse grupo de pacientes.

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