Resumo Trabalho

FATORES ASSOCIADOS A XEROSTOMIA EM UMA POPULAÇÃO DE IDOSOS.

MATHEUS FERREIRA ANDRADE e orientado por MANUEL ANTONIO GORDÓN-NÚÑEZ

A XEROSTOMIA PODE ESTAR ASSOCIADA OU NÃO À HIPOSSALIVAÇÃO E USUALMENTE DECORRE DOS EFEITOS COLATERAIS DE TRATAMENTOS MEDICAMENTOSOS, ANTINEOPLÁSICOS, DISFUNÇÕES SALIVARES E CONDIÇÕES PSICOSSOMÁTICAS. O ESTUDO BUSCOU ANALISAR A PRESENÇA DE XEROSTOMIA, OCORRÊNCIA DE HIPOSSALIVAÇÃO, ASPECTOS SISTÊMICOS E PSICOLÓGICOS EM IDOSOS. MEDIANTE A APLICAÇÃO DE QUESTIONÁRIOS FORAM OBTIDOS DADOS SOCIODEMOGRÁFICOS, PRESENÇA DE DOENÇAS SISTÊMICAS CRÔNICAS, USO CONTÍNUO DE FÁRMACOS, IDENTIFICAÇÃO DE SINAIS DE ANSIEDADE E DEPRESSÃO, BEM COMO QUESTIONÁRIOS PARA AVALIAR A OCORRÊNCIA E SEVERIDADE DE XEROSTOMIA. REALIZAÇÃO DE EXAMES OROSCÓPICOS MEDIANTE INSPEÇÃO VISUAL E PALPAÇÃO DIGITAL. SIALOMETRIA ESPONTÂNEA E ESTIMULADA FORAM REALIZADAS ATRAVÉS DO MÉTODO DE EXPECTORAÇÃO SALIVAR. A AMOSTRA FOI DE 135 PARTICIPANTES, CONSTITUÍDA POR 45 HOMENS E 90 MULHERES COM A MÉDIA DE IDADE DE 67 ANOS. RELATOS DE XEROSTOMIA FORAM OBSERVADOS EM 37,2% (N=32) DA AMOSTRA. CONDIÇÕES COMO ANSIEDADE, USO DE POLIFÁRMACOS, DOENÇAS SISTÊMICAS FORAM OS PRINCIPAIS FATORES ASSOCIADOS A ESSA COMPLICAÇÃO ESTOMATOLÓGICA. A PREVALÊNCIA DE HIPOSSALIVAÇÃO COM BASE NA FLUXOMETRIA NÃO ESTIMULADA E ESTIMULADA FOI DE 91,9% (N=124) E 54,8% (N=74), RESPECTIVAMENTE. CERCA DE 13,4% (N=12) APRESENTAVAM ALGUM GRAU DE ANSIEDADE E 74,4 (N=67) DOS PARTICIPANTES ESTAVAM SERIAMENTE DEBILITADOS PELA DEPRESSÃO OU ESGOTAMENTO. A PREVALÊNCIA DE XEROSTOMIA SE MOSTROU ELEVADA, PORÉM A MAIORIA DESSES NÃO OCORREU CONCOMITANTEMENTE COM ESTADOS DE HIPOSSALIVAÇÃO. AMBAS ALTERAÇÕES PREDOMINARAM NO SEXO FEMININO, PRINCIPALMENTE EM PESSOAS ACOMETIDAS POR VÁRIAS DOENÇAS SISTÊMICAS OU USUÁRIOS FREQUENTES DE POLIFÁRMACOS, ALÉM DE UMA ASSOCIAÇÃO ESTATISTICAMENTE SIGNIFICATIVA ENTRE OCORRÊNCIA DE XEROSTOMIA E NÍVEL DE ANSIEDADE.

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