Resumo Trabalho

CARACTERIZAÇÃO DO EQUILÍBRIO POSTURAL DE IDOSOS ATIVOS E INDEPENDENTES SEGUNDO A ESCALA DE EQUILÍBRIO DE BERG (EEB)

NORMANDA NEVES CANDEIA, ELAINE CRISTINA NASCIMENTO GUEDES , THAYNA ROQUE DE SOUSA LEMOS, HAYDÊE CASSÉ DA SILVA e orientado por RAFAELA PEREIRA FERNANDES e orientado por RAFAELA PEREIRA FERNANDES

Introdução: A escala de equilíbrio de Berg (EEB) é uma avaliação funcional do desempenho do equilíbrio, baseada em atividades do cotidiano que requerem o controle postural para desta forma identificar ou controlar os aspectos que geram a debilidade progressiva de mobilidade do corpo. Desta forma, os profissionais podem desenvolver protocolos específicos de atendimento que contribuam na promoção da saúde de pessoas idosas ativas e independentes, e, consequentemente, proporcionar a conservação e integridade dos sistemas corporais e na manutenção do equilíbrio corporal. Na perspectiva fortalecer e ampliar os estudos realizados com a EEB na verificação do equilíbrio este estudo teve por objetivo caracterizar o equilíbrio de pessoas idosas ativas e independentes de um projeto de extensão. Contribuindo também na apresentação de protocolo desenvolvido no referido projeto para manutenção do equilíbrio como estratégia para potencializar as atividades funcionais em pessoas idosas ativas e independentes. Metodologia: Trata-se de pesquisa descritiva com análise quantitativa dos dados. A amostra foi composta por 25 idosos participantes do “Projeto de extensão no Envelhecimento Ativo” da Faculdade Internacional da Paraíba, João Pessoa/PB, considerando os critérios de inclusão e exclusão. Como instrumento para coleta dos dados foi utilizado ficha de anamnese, avaliação física e evolução fisioterapêutica, que continha os seguintes itens de interesse: idade, sexo, escala de equilíbrio de Berg (EEB), atividades fisioterapêuticas desenvolvidas e quantidade de atendimentos realizados. Os participantes do projeto foram submetidos a avaliação e atendimentos em grupo semanalmente associado a atividades de orientação e educação em saúde no primeiro semestre de 2017. Os dados coletados foram registrados em planilhas do Microsoft Office Excel e analisados por estatística descritiva simples. Resultados e discussões: Do universo amostral (N=25) 4 eram do sexo masculino e 21 do sexo feminino. As idades oscilaram entre 62 a 96 anos, com média de 70 anos. Todos os participantes completaram 35 atendimentos fisioterapêuticos. Considerou-se a seguinte interpretação para a EEB: (a) 0 - 36 pontos: indica 100 % de risco de queda; (b) 37 - 44 pontos: indica uma locomoção segura mas com recomendação de assistência ou com auxiliares de marcha; (c) 45 - 56 pontos: indica que não existem quaisquer riscos de queda e possui locomoção segura. Conclusão: Acredita-se que, a prevenção torna-se uma meta cada vez mais importante, pois com o aumento da idade e a perda de equilíbrio fisiológico o idoso passa a sofrer grande risco de quedas e suas complicações tornam-se cada vez mais significativas e difíceis de tratar. Com isso os participantes deste estudo apresentaram melhora do equilíbrio, consequentemente diminuição do risco de quedas e aumento de independência nas suas atividades diárias.

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