Resumo Trabalho

ASSISTÊNCIA GEROTONLÓGICA DE ENFERMAGEM AO IDOSO COM DOENÇA DE ALZHEIMER: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

JOSÉ CARLOS NASCIMENTO DE OLVEIRA e orientado por MATHEUS FIGUEIREDO NOGUEIRA e orientado por MATHEUS FIGUEIREDO NOGUEIRA

Segundo o Estatuto do Idoso (artigo 71 e seus parágrafos), são considerados idosos, no Brasil, todos os indivíduos com idade a partir de 60 anos, de acordo com o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística – IBGE, cerca de 23,5 milhões de brasileiros contemplam esta faixa etária. À medida que a idade avança, existe uma progressiva perda de recursos físicos, mentais e sociais, a Doença de Alzheimer (DA), por exemplo, é uma enfermidade crônica neurodegenerativa que causa perdas da capacidade cognitiva ao longo dos anos. Esse estudo trata-se de uma pesquisa sistemática da literatura, construída a partir de uma busca nas bases do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e Scientific Electronic Library Online (SciELO) utilizando os descritores “Idoso”, “Doença de Alzheimer” e “Cuidados de Enfermagem. No âmbito da atenção básica, a promoção à saúde é o elemento principal. Apesar disso, pouco é o investimento científico no setor primário de saúde voltado ao idoso7. Dessa forma, corrobora-se a importância da capacitação profissional do enfermeiro no processo de potencialização do cuidado à população idosa de modo geral. Segundo Freitas et al (2016) e Talmelli, Vale, Gratão, Kusumota e Rodrigues (2013), os idosos diagnosticados com a DA estão inseridos em um contexto de impasses diários, além disso, a DA representa um risco à segurança de paciente por ela acometido, acarretando situações estressantes. Episódios como contato com fogo, fugas e saídas desacompanhadas fazem parte da vida tanto do idoso, como de sua família ou cuidadores, o profissional enfermeiro, elemento chave do cuidado na atenção de baixa complexidade. Outro ponto a ser discutido, mas bastante negligenciado nas pesquisas sobre os idosos com DA, é o aspecto econômico. Felizmente, Gutierrez, Silva, Campino e Guimarães (2014) trouxeram a influência da DA nas condições econômicas do paciente, no que se refere às instâncias federais estaduais e municipais, em virtude do aumento da expectativa de vida da população brasileira, o investimento voltado à população pertencente a essa faixa etária tem se intensificado cada vez mais. Diante dos resultados obtidos conclui-se que a DA afeta inúmeros idosos em todo mundo. Essa doença traz aos seus portadores transtornos neurológicos graves, que afetam desde as pequenas atividades da vida diária a processos de tomada de decisão e autonomia.

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