Resumo Trabalho

ATIVO PARA QUEM? DISCURSOS SOBRE RESPONSABILIDADE DA POLÍTICA DO ENVELHECIMENTO ATIVO

BRUNA GONÇALVES DA SILVA, RAPHAEL DE MORAIS DANTAS e orientado por JULIENE TENÓRIO DE ALBUQUERQUE

EM UM MUNDO QUE ENVELHECER SE TORNA UM ASSUNTO QUE CADA DIA GANHA MAIS VISIBILIDADE, PARAR PARA ANALISAR AS ATUAIS CONQUISTAS TAMBÉM É UMA FORMA DE PROGREDIR COM QUE TEMOS, ASSIM SURGE ESSE ARTIGO COM OBJETIVO DE ANALISAR OS DISCURSOS DA POLÍTICA DO ENVELHECIMENTO ATIVO QUE SURGE DE UMA NECESSIDADE GLOBAL E VEM GANHANDO FORÇAS EM SUAS ESTRUTURAS REGIONAIS. ESSE TRABALHO FOCALIZA NAS PRODUÇÕES DE DISCURSO, ATRAVÉS DE UMA METODOLOGIA DE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE O QUE É ENVELHECER E SOBRE O QUE É ESTE ENVELHECIMENTO DITO COMO ATIVO POIS, PARA O SERVIÇO SOCIAL, A CRÍTICA DESTE ENVELHECIMENTO DEVE SER REALIZADO FORMA TOTAL PARA CLASSE TRABALHADORA, PORÉM A ANALISE DEVE SER FEITA INDIVIDUALMENTE POIS CADA SUJEITO ENVELHECE DE UMA FORMA. ASSIM ESPERAMOS ABRIR UMA AGENDA DE DISCUSSÕES SOBRE AS FORMAS DE ENVELHECIMENTO E COMO ESTAS SE APRESENTAM PARA OS USUÁRIOS FINAIS, POIS DO JEITO QUE SE ENCONTRA HOJE É POSSÍVEL VERIFICAR UMA RESPONSABILIZAÇÃO DO SUJEITO IDOSO COM O DESLOCAMENTO DO ESTADO DE CERTAS RESPONSABILIDADES. ALÉM DISSO A LINGUAGEM DESTA POLÍTICA NÃO PARECE SE DIRECIONAR A POPULAÇÃO USUÁRIA DELA E SIM A CERTAS CLASSES DE PODER QUE A UTILIZAM COMO A BIOMEDICINA E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA. POR FIM, A NOSSA ANALISE APONTA PARA A NÃO REPRESENTAÇÃO DA POPULAÇÃO IDOSA EM SUA TOTALIDADE, POIS ELA NÃO CONSIDERA AS INFLUÊNCIAS DAS DIFERENTES REALIDADES DA POPULAÇÃO IDOSA, SEM RESPEITO AS REGIONALIDADES.

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