Resumo Trabalho

QUANTIFICAÇÃO DOS CASOS DE CÓLERA E OUTRAS DOENÇAS INFECCIOSAS DE VEICULAÇÃO HÍDRICA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE-PB

VITÓRIA MARIA MACIEL FARIAS SILVA, ANA CATARINA GUIMARÃES GOMES, ALISSON MAGNO GOMES OLIVEIRA e orientado por LUANA ANDRADE LIMA QUERINO e orientado por LUANA ANDRADE LIMA QUERINO

A Crise Hídrica sempre assolou o semiárido Brasileiro, a pouca quantidade de água disponível para a utilização humana tem que ser utilizada de forma racional para que não chegue à escassez total desse bem que é vital para nossas vidas. O saneamento básico é de fundamental importância, pois cerca de 80% das patologias que acometem países em desenvolvimento ou cerca de 1/3 dos casos de mortes são causadas por conta de água contaminada (VICTORINO, 2007). Por esse motivo a água pode veicular um elevado número de enfermidades e essa transmissão podendo se dar por diferentes mecanismos (BRASIL, 2006) A cólera, e outras doenças são destacas como patologias de veiculação hídrica. A cólera como uma doença que tem por microrganismo causador o bacilo móvel Vibrio cholerae, classificação como gram negativo, ele cresce mais facilmente em meios de cultura salgados, em temperatura abaixo de 40°C (FLÓREZ; MANRIQUE, 2014). É uma bactéria que causa diarreia aguda como também vômito, é encontrada em água contaminada ou em alimentos lavados com a água. Seguindo por outras doenças infeciosas intestinais, onde comportamento geral da mortalidade por causas no mundo, em particular da mortalidade decorrente de doenças infecciosas e parasitárias (PAES; SILVA, 1999). Portanto as enfermidades intestinais parasitárias como a cólera são transmitidas pela água mal tratada, vêm assolando as comunidades da cidade de Campina Grande, que se localiza na mesorregião do agreste da Paraíba. Possui população média estimada de 405.072 habitantes, área urbana com 51 bairros (IBGE, 2015). A cidade é abastecida pelo Açude Epitácio Pessoa, localizado no munícipio de Boqueirão-PB, Aonde foi estabelecido o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) nos anos de 1951 a 1956.

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