Resumo Trabalho

ESTUDO DA VARIABILIDADE ESPACIAL DO EVI E DAS PRECIPITAÇÕES NO RIO GRANDE DO NORTE

WANESSA LUANA DE BRITO COSTA, CLENIA RODRIGUES ALCANTARA, ADRIANA DE SOUZA COSTA e orientado por CÉLIA CAMPOS BRAGA e orientado por CÉLIA CAMPOS BRAGA

O presente estudo tem por objetivo encontrar uma relação entre o índice de vegetação EVI (Enhanced Vegetation Index) e a precipitação no estado Rio Grande do Norte (RN) em anos: seco, normal e chuvoso. Foram utilizadas imagens do sensor MODIS (Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer) do satélite Terra, especificamente o produto MOD13A3, com resolução espacial de 1 Km e dados de precipitação mensal de 27 estações/postos pluviométricos para o período de janeiro de 2001 a dezembro de 2015. Confeccionou-se os mapas temáticos do EVI e da precipitação para três anos selecionados 2012 (seco), normal (2002) e chuvoso (2009). Em seguida calculou-se as correlações lineares entre EVI e precipitações para as 27 estações em estudo. Através dos resultados obtidos percebe-se que no ano seco a vegetação apresenta valores de EVI inferiores aos dos anos chuvoso e normal, isto pode ser observado nos mapas temáticos desses anos específicos, o que indica, que o vigor da vegetação depende da pluviosidade em cada região, observa-se ainda que os maiores índices estão centrados no Litoral e Oeste Potiguar, onde as chuvas são mais regulares devido à atuação de fenômenos de grande e mesoescala. Com base no monitoramento da vegetação e precipitação no Estado pode-se concluir que o EVI é um bom indicador da quantidade de água precipitada. A análise de correlação entre EVI e precipitação em algumas localidades foram bastante significativas variando entre 0,5 e 0,9, com as maiores correlações estendendo-se do Agreste ao Oeste Potiguar, o que mostra que existe uma relação eficaz entre as variáveis.

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