Resumo Trabalho

AS ÁGUAS DO RIO SÃO FRANCISCO E A GESTÃO DO PROJETO NO RESERVATÓRIO EPITÁCIO PESSOA: COMPARATIVO ENTRE TEORIA E PRÁTICA

BÁRBARA EMILY SOUZA FERREIRA, JULIANA SILVA DOS SANTOS, ANA PAULA DA SILVA, JOSÉ ANTÔNIO VILAR PEREIRA e orientado por JANAÍNA BARBOSA SILVA e orientado por JANAÍNA BARBOSA SILVA

A região semiárida engloba boa parte do agreste e do sertão nordestino, o que provoca nessa região uma incidência precária de chuvas com má distribuição ao longo do ano. Devido aos fatores e elementos climáticos intrínsecos desse clima, a ocorrência de secas prolongadas na região é um fator histórico, onde os moradores aí presentes precisam lidar constantemente com a falta de água numa realidade onde muitos dependem desta para cultivarem suas plantações e animais, e disso tirar seu sustendo. Como forma de sanar essa problemática, o Governo Federal assumiu a responsabilidade de buscar formas que pudessem oferecer uma melhor qualidade de vida a essa parcela da população, sendo uma delas a aprovação o projeto de transposição do Rio São Francisco para as bacias presentes no norte do Nordeste, beneficiando quatro estados, dentre eles a Paraíba, onde a água do eixo leste, o foco da presente pesquisa, que desagua no Rio Paraíba e será responsável por abastecer o reservatório Epitácio Pessoa na cidade de Boqueirão. Diante dos impactos ambientais da transposição, foram elaborados diversos programas como o Programa 10 – supressão de vegetação das áreas de obra e limpeza dos reservatórios. Com isso, o objetivo da presente pesquisa se encontra em buscar entender como o projeto aborda a limpeza dos reservatórios e como está sendo colocado em prática no açude Epitácio Pessoa. Nisso, fora realizada uma verificação do que o programa prevê, além de algumas reportagens do que está sendo realizado, como material de análise. O que se verificou foi que houveram algumas obras no açude para que se recebesse as águas do São Francisco, porém sem especificar as que estavam previstas no programa. A qualidade da água fora colocada como boa para consumo humano, embora que houve um aumento da quantidade de cianobactérias, decorrente do elevado índice de matéria orgânica presente na água.

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