Artigo Anais do XII Congresso Internacional de Educação Fisica e Motricidade Humana e XVIII Simpósio Paulista de Educação Física

ANAIS de Evento

ISSN: 2527-2268

COMPARAÇÃO DAS VARIÁVEIS BIOMECÂNICAS ENTRE O MEMBRO DOMINANTE E NÃO DOMINANTE EM INDIVÍDUOS ATIVOS

Palavra-chaves: DINAMOMETRIA, EFICIÊNCIA NEUROMUSCULAR, TORQUE, BIOMECÂNICA, Tema Livre (TL) AT 02 - BIODINÂMICA DO RENDIMENTO E TREINAMENTO ESPORTIVO
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Publicado em 30 de abril de 2021

Resumo

INTRODUÇÃO: A SIMETRIA REFERENTE À MAGNITUDE DA FORÇA MUSCULAR DIFICILMENTE É ENCONTRADA ENTRE OS MEMBROS INFERIORES (MMII), POIS ESTA SOFRE A INFLUÊNCIA DA DOMINÂNCIA. NO ESPORTE ESTE FATO OCORRE COM MUITA FREQUÊNCIA E O DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO (DI) É UM INSTRUMENTO UTILIZADO NA ANÁLISE DESTA SIMETRIA EM PARTICULAR QUANTO AO PICO DE TORQUE, EFICIÊNCIA NEUROMUSCULAR (ENM) E A RAZÃO AGONISTA/ANTAGONISTA. SE O GRAU DE ASSIMETRIA ULTRAPASSAR UM DETERMINADO LIMIAR (10-15%) O RISCO DE LESÕES NOS MMII PODE AUMENTAR SIGNIFICATIVAMENTE. OBJETIVO: COMPARAR VARIÁVEIS ISOCINÉTICAS ENTRE O MEMBRO DOMINANTE NÃO DOMINANTE DE VOLUNTÁRIAS ATIVAS. MÉTODOS: PARTICIPARAM 20 MULHERES FISICAMENTE ATIVAS (FREQUÊNCIA MÍNIMA DE 3 VEZES POR SEMANA AO MENOS POR 6 MESES), COM OS VALORES MÉDIOS: IDADE 29 ± 4,69 ANOS; MASSA 61,21 ± 7,77 KG; ESTATURA 1,65 ± 0,06 M. FORAM REALIZADAS DUAS SESSÕES DE COLETA DE DADOS COM INTERVALO DE 24 HORAS ENTRE ELAS. AS COLETAS DE DADOS FORAM REALIZADAS NO MEMBRO DOMINANTE E NÃO DOMINANTE. NA PRIMEIRA SESSÃO REALIZOU-SE UM AQUECIMENTO NO CICLOERGÔMETRO, TESTES NO DI COMO CONTRAÇÃO ISOMÉTRICA VOLUNTÁRIA MÁXIMA (CIVM) PARA OBTER O PICO DE TORQUE NA EXTENSÃO DE JOELHO, TESTE DE CONTRAÇÃO ISOCINÉTICA PARA SE OBTER A RAZÃO CONVENCIONAL CONCÊNTRICO/CONCÊNTRICO NA VELOCIDADE DE 60°/S E TESTE DE MANUTENÇÃO DE CARGAS (20%, 40%, 60% E 80% DA CIVM). NA SEGUNDA SESSÃO, FORAM REALIZADOS OS MESMOS PROCEDIMENTOS DA PRIMEIRA SESSÃO PARA O OUTRO MEMBRO. OS VALORES DE TORQUE E DA ENM FORAM CALCULADOS NOS TESTES DE MANUTENÇÃO DE CARGAS (20%, 40%, 60% E 80% DA CIVM). CALCULOU-SE O ERRO RELATIVO (DESVIO PADRÃO DO TORQUE E O COEFICIENTE DE VARIAÇÃO DO TORQUE), O DELAY ELETROMECÂNICO. FORAM REALIZADOS OS TESTES DE SHAPIRO-WILK E DA HOMOGENEIDADE PELO TESTE DE LEVENE, PARA VERIFICAR A ASSOCIAÇÃO ENTRE AS VARIÁVEIS INDEPENDENTES ASSIM COMO PARA COMPARAÇÃO ENTRE OS GRUPOS EM TODAS AS VARIÁVEIS ANALISADAS. NÍVEL DE SIGNIFICÂNCIA α<0,05. RESULTADOS: AS RAZÕES ENCONTRADAS NÃO APRESENTARAM DIFERENÇAS SIGNIFICATIVAS (P=0,08) ENTRE O MEMBRO DOMINANTE (0,58 ± 0,08) EM RELAÇÃO AO NÃO DOMINANTE (0,51 ± 0,05) ASSIM COMO EM RELAÇÃO AO DELAY ELETROMECÂNICO, A SABER: RF – D (0,048 ± 0,046) ND (0,035 ± 0,030); VM – D( 0,038 ± 0,061) ND (0,026 ± 0,018) E VL – D (0,037 ± 0,056) ND (0,039 ± 0,028). O MESMO OCORREU PARA ENM DURANTE A MANUTENÇÃO DE CARGAS A 20%, 40%, 60% E 80% DA CIVM. PORÉM OCORRERAM DIFERENÇAS SIGNIFICATIVAS PARA ENM ENTRE AS CARGAS DE 20% E 80% DA CIVM (P<0, 05) E ENTRE AS CARGAS DE 40% E 80% DAS CIVM (P<0,01). CONCLUSÃO: CONCLUI-SE QUE INDIVÍDUOS ATIVOS PODEM APRESENTAR UMA ENM PREJUDICADA APÓS PROTOCOLO DE FADIGA E PELO PERCENTUAL DE CARGA UTILIZADO ASSIM COMO DESEQUILÍBRIOS MUSCULARES NA RELAÇÃO ENTRE ISQUIOTIBIAIS E QUADRÍCEPS CUJOS VALORES FORAM INFERIORES AQUELES ENCONTRADOS NA LITERATURA. DIANTE DISTO, SUGERE-SE PRECAUÇÃO PARA POSSÍVEIS RISCOS DE LESÕES DURANTE A PRÁTICA DESPORTIVA.

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