Artigo Anais VII ENALIC

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-3234

DA INICIAÇÃO A DOCÊNCIA À FORMAÇÃO PEDAGÓGICA: LEITURAS E PARTICULARIDADES DAS AÇÕES DO PIBID NO TOCANTINS

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O objetivo da pesquisa visa apresentar e problematizar dois pontos de leitura: o primeiro referente as questões que envolvem as dimensões da docência no âmbito de uma formação plural oferecida no interior das licenciaturas/subprojetos participantes do programa, acrescida a uma realidade plural e culturalmente diversa no contexto sócio histórico do estado; o segundo, busca analisar as contribuições quanto aos impactos do programa na formação e atuação profissional acadêmica dos ex bolsistas e licenciandos, revelando o perfil dos egressos, e sua inserção ou não na atividade docente. No que se refere a primeira abordagem, a metodologia empregada baseou-se na leitura qualitativa dos relatórios parciais e finais produzidos pelos coordenadores professores da universidade, pelos professores supervisores das escolas, bem como das reflexões elaboradas pelos alunos bolsistas em artigos publicados ou apresentados em eventos das atividades desenvolvidas no programa; além do relatório final da coordenação institucional, em atendimento aos itens solicitados na expectativa dos resultados propostos pela diretoria geral da educação básica da Capes. Como abordagem teórica utilizou-se os preceitos dos documentos oficias, entre os quais, os textos de leis, resoluções e portarias que tratam e traçam explicita e implicitamente os fundamentos da formação inicial de professores pretendidos pela política do governo vigente frente aos desafios da política de formação docente em âmbito nacional. Além das diretrizes estabelecidas, outros referenciais teóricos importantes trazidos por estudiosos na área, em especial, no que tange as questões da prática proposto por Zeichner (2010), Gatti e André (2011), como aspectos relacionados à gestão das políticas públicas apontadas por Dourado (2007); Gatti (2013), Freitas (2014) e do diálogo do projeto institucional do Pibid/UFT frente às demandas político educacionais em questão. No segundo ponto, a pesquisa utilizou como metodologia a aplicação de um questionário com perguntas abertas e fechadas, encaminhado via email aos egressos do programa. O questionário foi elaborado pela equipe de Coordenadores Pibid da UFT (Coordenadora geral e Coordenadoras de Gestão Pedagógica) utilizando-se o formato de formulário do GoogleDrive, versando sobre questões gerais sobre a formação no Pibid e sobre a atuação profissional. O material foi produzido com vinte (20) questões e encaminhado por email em dois momentos da pesquisa para um conjunto de 364 (trezentos e sessenta e quatro) bolsistas de iniciação à docência, e egressos do Programa. Num primeiro momento obtivemos o retorno de 78 (setenta e oito) formulários respondidos, e num segundo momento obtivemos 121 (cento e vinte uma) respostas, correspondendo a 33% do total de questionários enviados. Essa pesquisa foi realizada com os egressos Pibid/UFT do período de 2012 a 2016. Na UFT, o Pibid foi implementado em seus 7 (sete) campi e contemplava 14 (quatorze) cursos de licenciatura em 22 (vinte e dois) subprojetos. As licenciaturas contempladas no projeto institucional foram: Arte (Teatro) Biologia, Ciências Sociais, Filosofia, Física, Física Ead, Geografia, História, Interdisciplinar (Pedagogia/Matemática) Letras, Matemática, Pedagogia, Química, Química Ead, . 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No que concerne à questão sobre o subprojeto em que participou, a maioria dos egressos respondentes, 28 são do curso de Pedagogia (24,3%), 20 de Matemática (20,9%), 14 de Biologia (12,2%), 8 de Arte/Teatro (7%), 8 de História (7%) e 8 de Física (7%), 7 de Filosofia (6,1%), 6 de Letras (5,2%), 4 do Subprojeto Interdisciplinar Matemática e Pedagogia (3,5%), 3 de Química (2,6%), 2 de Geografia (1,7%), 2 de Ciências Sociais (1,7%) e 1 de Química EAD (0,9%). Do total de egressos questionados, 60 ou 52,2% está atuando em sua área de formação, 57 deles como professor (49,6%) na educação básica. Os outros 55 (47,8%) declararam não atuarem na educação. A maioria dos que responderam afirmativamente a estas questões, 66,6% disseram atuar em escola pública, apenas 10% em escola privada, e 1,2% na educação não formal. Os demais responderam que atuam em outros espaços. Quanto ao local de trabalho, os 115 egressos em sua maioria, ou seja, 50 deles trabalham nas áreas centrais do espaço urbano (43,5%), 15 na área urbana periférica (13%), 7 no espaço rural (6,1%) e os demais afirmaram não estarem trabalhando (37,4%). Dos resultados apresentados por ambos objetivos da pesquisa, podemos vislumbrar de um lado, a materialização da formação docente expressa na diversidade dos registros produzidos pelo viés das realidades escolares - rural, urbana, indígena e quilombola - em consonância às práticas pedagógicas oriundas dos estudos e abordagens propostos pelas diferentes licenciaturas, que poderão resultar em melhorias nas diferentes realidades socio escolares; por outro, da capilaridade do programa na extensão de atuação dos novos (ou não) docentes nas escolas públicas do estado, evidenciando de forma significativa a necessidade pela permanência de programas e ações políticas comprometidas pela formação de sujeitos propositivos e investigadores da pratica educativa. Desta forma a partir dos resultados obtidos destacamos a importância do PIBID na prática e na formação inicial dos licenciandos e futuros docentes que, no exercício acadêmico das produções científicas a partir das experiências pedagógicas, propiciou construir um novo olhar sobre a formação docente. Palavras-chave: docência, Pibid/UFT, prática pedagógica, diversidade Referências DOURADO, Luis Fernando. Políticas e gestão da educação básica no Brasil: limites e perspectivas. Educação &. Sociedade, Campinas, 2007, vol. 28, n. 100; out. p. 921-946, FELICETTI, V. L. Egressos das licenciaturas: o que move a escolha e o exercício da docência. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, 2018, v. 34, n. 67, jan./fev., p. 215-232. FREITAS, Helena Costa Lopes de. PNE e formação de professores: contradições e desafios Revista Retratos da Escola, Brasília, 2014, v. 8, n. 15, jul./dez., p. 427-446. GATTI, B. A.; BARRETO, E. S. de S.; ANDRÉ, M. E. D. A. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. 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Além das diretrizes estabelecidas, outros referenciais teóricos importantes trazidos por estudiosos na área, em especial, no que tange as questões da prática proposto por Zeichner (2010), Gatti e André (2011), como aspectos relacionados à gestão das políticas públicas apontadas por Dourado (2007); Gatti (2013), Freitas (2014) e do diálogo do projeto institucional do Pibid/UFT frente às demandas político educacionais em questão. No segundo ponto, a pesquisa utilizou como metodologia a aplicação de um questionário com perguntas abertas e fechadas, encaminhado via email aos egressos do programa. O questionário foi elaborado pela equipe de Coordenadores Pibid da UFT (Coordenadora geral e Coordenadoras de Gestão Pedagógica) utilizando-se o formato de formulário do GoogleDrive, versando sobre questões gerais sobre a formação no Pibid e sobre a atuação profissional. O material foi produzido com vinte (20) questões e encaminhado por email em dois momentos da pesquisa para um conjunto de 364 (trezentos e sessenta e quatro) bolsistas de iniciação à docência, e egressos do Programa. Num primeiro momento obtivemos o retorno de 78 (setenta e oito) formulários respondidos, e num segundo momento obtivemos 121 (cento e vinte uma) respostas, correspondendo a 33% do total de questionários enviados. Essa pesquisa foi realizada com os egressos Pibid/UFT do período de 2012 a 2016. Na UFT, o Pibid foi implementado em seus 7 (sete) campi e contemplava 14 (quatorze) cursos de licenciatura em 22 (vinte e dois) subprojetos. As licenciaturas contempladas no projeto institucional foram: Arte (Teatro) Biologia, Ciências Sociais, Filosofia, Física, Física Ead, Geografia, História, Interdisciplinar (Pedagogia/Matemática) Letras, Matemática, Pedagogia, Química, Química Ead, . 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No que concerne à questão sobre o subprojeto em que participou, a maioria dos egressos respondentes, 28 são do curso de Pedagogia (24,3%), 20 de Matemática (20,9%), 14 de Biologia (12,2%), 8 de Arte/Teatro (7%), 8 de História (7%) e 8 de Física (7%), 7 de Filosofia (6,1%), 6 de Letras (5,2%), 4 do Subprojeto Interdisciplinar Matemática e Pedagogia (3,5%), 3 de Química (2,6%), 2 de Geografia (1,7%), 2 de Ciências Sociais (1,7%) e 1 de Química EAD (0,9%). Do total de egressos questionados, 60 ou 52,2% está atuando em sua área de formação, 57 deles como professor (49,6%) na educação básica. Os outros 55 (47,8%) declararam não atuarem na educação. A maioria dos que responderam afirmativamente a estas questões, 66,6% disseram atuar em escola pública, apenas 10% em escola privada, e 1,2% na educação não formal. Os demais responderam que atuam em outros espaços. Quanto ao local de trabalho, os 115 egressos em sua maioria, ou seja, 50 deles trabalham nas áreas centrais do espaço urbano (43,5%), 15 na área urbana periférica (13%), 7 no espaço rural (6,1%) e os demais afirmaram não estarem trabalhando (37,4%). 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Publicado em 03 de dezembro de 2018

Resumo

Resumo O presente trabalho tem como temática de estudo a formação inicial de professores no estado do Tocantins através das ações e resultados obtidos pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no período de 2014 a 2108, tendo sido realizado entre a Universidade Federal do Tocantins, distribuída pelos sete campus do estado; com a Capes, no fomento financeiro e administrativo dos recursos disponibilizados e, em especial, com conjunto das escolas públicas envolvidas no programa. O objetivo da pesquisa visa apresentar e problematizar dois pontos de leitura: o primeiro referente as questões que envolvem as dimensões da docência no âmbito de uma formação plural oferecida no interior das licenciaturas/subprojetos participantes do programa, acrescida a uma realidade plural e culturalmente diversa no contexto sócio histórico do estado; o segundo, busca analisar as contribuições quanto aos impactos do programa na formação e atuação profissional acadêmica dos ex bolsistas e licenciandos, revelando o perfil dos egressos, e sua inserção ou não na atividade docente. No que se refere a primeira abordagem, a metodologia empregada baseou-se na leitura qualitativa dos relatórios parciais e finais produzidos pelos coordenadores professores da universidade, pelos professores supervisores das escolas, bem como das reflexões elaboradas pelos alunos bolsistas em artigos publicados ou apresentados em eventos das atividades desenvolvidas no programa; além do relatório final da coordenação institucional, em atendimento aos itens solicitados na expectativa dos resultados propostos pela diretoria geral da educação básica da Capes. Como abordagem teórica utilizou-se os preceitos dos documentos oficias, entre os quais, os textos de leis, resoluções e portarias que tratam e traçam explicita e implicitamente os fundamentos da formação inicial de professores pretendidos pela política do governo vigente frente aos desafios da política de formação docente em âmbito nacional. Além das diretrizes estabelecidas, outros referenciais teóricos importantes trazidos por estudiosos na área, em especial, no que tange as questões da prática proposto por Zeichner (2010), Gatti e André (2011), como aspectos relacionados à gestão das políticas públicas apontadas por Dourado (2007); Gatti (2013), Freitas (2014) e do diálogo do projeto institucional do Pibid/UFT frente às demandas político educacionais em questão. No segundo ponto, a pesquisa utilizou como metodologia a aplicação de um questionário com perguntas abertas e fechadas, encaminhado via email aos egressos do programa. O questionário foi elaborado pela equipe de Coordenadores Pibid da UFT (Coordenadora geral e Coordenadoras de Gestão Pedagógica) utilizando-se o formato de formulário do GoogleDrive, versando sobre questões gerais sobre a formação no Pibid e sobre a atuação profissional. O material foi produzido com vinte (20) questões e encaminhado por email em dois momentos da pesquisa para um conjunto de 364 (trezentos e sessenta e quatro) bolsistas de iniciação à docência, e egressos do Programa. Num primeiro momento obtivemos o retorno de 78 (setenta e oito) formulários respondidos, e num segundo momento obtivemos 121 (cento e vinte uma) respostas, correspondendo a 33% do total de questionários enviados. Essa pesquisa foi realizada com os egressos Pibid/UFT do período de 2012 a 2016. Na UFT, o Pibid foi implementado em seus 7 (sete) campi e contemplava 14 (quatorze) cursos de licenciatura em 22 (vinte e dois) subprojetos. As licenciaturas contempladas no projeto institucional foram: Arte (Teatro) Biologia, Ciências Sociais, Filosofia, Física, Física Ead, Geografia, História, Interdisciplinar (Pedagogia/Matemática) Letras, Matemática, Pedagogia, Química, Química Ead, . Dos egressos que responderam ao questionário, 53 (43,8%) são do Campus de Araguaína, 22 (18,2%) do Campus de Palmas, 21 (17,4%) do Campus de Arraias, 11 (9,1%) do Campus de Porto Nacional, 8 (6,6%) do Campus de Tocantinópolis, 5 (4, 1%) do Campus de Miracema e 1 (0,8%) do Campus de Gurupi. Dos 115 egressos que responderam ao questionário, 89 são mulheres, 77%, e 26 homens ou 22,6%. A divisão espacial dos bolsistas por localidade do subprojeto configura-se assim: 49 (42,6%) são do Campus de Araguaína, 22 (19,1%) do Campus de Palmas, 20 (17,4%) do Campus de Arraias, 11 (9,6%) do Campus de Porto Nacional, 7 (6,1%) do Campus de Tocantinópolis, 5 (4,3%) do Campus de Miracema e 1 (0,9%) do Campus de Gurupi. No que concerne à questão sobre o subprojeto em que participou, a maioria dos egressos respondentes, 28 são do curso de Pedagogia (24,3%), 20 de Matemática (20,9%), 14 de Biologia (12,2%), 8 de Arte/Teatro (7%), 8 de História (7%) e 8 de Física (7%), 7 de Filosofia (6,1%), 6 de Letras (5,2%), 4 do Subprojeto Interdisciplinar Matemática e Pedagogia (3,5%), 3 de Química (2,6%), 2 de Geografia (1,7%), 2 de Ciências Sociais (1,7%) e 1 de Química EAD (0,9%). Do total de egressos questionados, 60 ou 52,2% está atuando em sua área de formação, 57 deles como professor (49,6%) na educação básica. Os outros 55 (47,8%) declararam não atuarem na educação. A maioria dos que responderam afirmativamente a estas questões, 66,6% disseram atuar em escola pública, apenas 10% em escola privada, e 1,2% na educação não formal. Os demais responderam que atuam em outros espaços. Quanto ao local de trabalho, os 115 egressos em sua maioria, ou seja, 50 deles trabalham nas áreas centrais do espaço urbano (43,5%), 15 na área urbana periférica (13%), 7 no espaço rural (6,1%) e os demais afirmaram não estarem trabalhando (37,4%). Dos resultados apresentados por ambos objetivos da pesquisa, podemos vislumbrar de um lado, a materialização da formação docente expressa na diversidade dos registros produzidos pelo viés das realidades escolares - rural, urbana, indígena e quilombola - em consonância às práticas pedagógicas oriundas dos estudos e abordagens propostos pelas diferentes licenciaturas, que poderão resultar em melhorias nas diferentes realidades socio escolares; por outro, da capilaridade do programa na extensão de atuação dos novos (ou não) docentes nas escolas públicas do estado, evidenciando de forma significativa a necessidade pela permanência de programas e ações políticas comprometidas pela formação de sujeitos propositivos e investigadores da pratica educativa. Desta forma a partir dos resultados obtidos destacamos a importância do PIBID na prática e na formação inicial dos licenciandos e futuros docentes que, no exercício acadêmico das produções científicas a partir das experiências pedagógicas, propiciou construir um novo olhar sobre a formação docente. Palavras-chave: docência, Pibid/UFT, prática pedagógica, diversidade Referências DOURADO, Luis Fernando. Políticas e gestão da educação básica no Brasil: limites e perspectivas. Educação &. Sociedade, Campinas, 2007, vol. 28, n. 100; out. p. 921-946, FELICETTI, V. L. Egressos das licenciaturas: o que move a escolha e o exercício da docência. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, 2018, v. 34, n. 67, jan./fev., p. 215-232. FREITAS, Helena Costa Lopes de. PNE e formação de professores: contradições e desafios Revista Retratos da Escola, Brasília, 2014, v. 8, n. 15, jul./dez., p. 427-446. GATTI, B. A.; BARRETO, E. S. de S.; ANDRÉ, M. E. D. A. Políticas docentes no Brasil: um estado da arte. Brasília: UNESCO, 2011. GATTI, Bernadete. Educação, escola e formação de professores: políticas e impasses. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, 2013, n. 50, out./dez., p. 51-67. GATTI, Bernadete. Formação inicial de professores para a educação básica: pesquisas e políticas educacionais. Estudos em Avaliação Educacional, São Paulo, 2014, v. 25, n. 57jan./abr., p. 24-54. TARDIFF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional, 2ª ed., Petrópolis, Vozes, 2002. ZEICHNER, Ken. Repensando as conexões entre a formação na universidade e as experiências de campo na formação de professores em faculdades e universidades Educação, Santa Maria, 2010, v. 35, n. 3, set./dez. p. 479-504.

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