Artigo Anais III CIEH

ANAIS de Evento

ISSN: 2318-0854

A ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM FRENTE AO PACIENTE IDOSO INTERNADO COM INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – RELATO DE EXPERIÊNCIA.

Palavra-chaves: ASSISTÊNCIA, PREVENÇÃO, TERAPIA INTENSIVA Relato de Experiência(RE) Atenção integral à saúde: promoção, prevenção, tratamento e reabilitação do idoso
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Publicado em 15 de junho de 2013

Resumo

Trata-se de um relato de experiência produzido através dos estágios desenvolvidos na UTI – Adulto do Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC). O referido estágio objetivou a assistência de enfermagem sistematizada aos pacientes idosos acometidos por Insuficiência Renal Aguda (IRA) internados na unidade de terapia intensiva, por se tratar de uma doença grave e quer requer bastante atenção do enfermeiro. A Insuficiência Renal Aguda é definida como a redução aguda da função renal em horas ou dias. Observa-se uma maior incidência de insuficiência renal aguda na população com idade mais elevada (idosos), e três fatores que afetam a hemodinâmica renal têm sido imputados para esta maior incidência: o próprio processo de envelhecimento renal, a maior freqüência de estados patológicos nesta faixa etária, o uso excessivo de medicamentos e, cada vez mais freqüente uso de procedimentos intervencionistas e cirúrgicos neste grupo específico de pacientes. Desta maneira, buscamos através da assistência de enfermagem aos pacientes idosos à promoção da saúde e a prevenção de danos futuros irreversíveis, abordando riscos e agravos, causas da doença (desidratação, hemorragia, queimaduras, choque séptico, cirurgia, entre outros), sintomas (dor, alterações na micção, tremor nas mãos, edema generalizado e apetite reduzido), complicações (insuficiência renal crônica, falência renal terminal, etc), e o tratamento privativo do enfermeiro, os quais realizamos com êxito na UTI, como: monitorização clínica cuidadosa; administração de medicamentos (sob prescrição médica); avaliação da evolução da resposta ao tratamento; apoio físico, emocional, e psicológico tanto aos pacientes, quanto aos familiares, onde os mantínhamos informados durante as visitas na UTI sobre o tratamento e o estado do paciente e a importância da sua contribuição na reabilitação do seu familiar idoso que ali encontrava-se internado. Trabalhamos buscando a melhoria destes pacientes idosos e sua reabilitação frente à doença, chegando a pontos-chaves para elaboração de possíveis diagnósticos de enfermagem para pacientes com IRA. Avaliamos seu estado geral de saúde e buscamos os diagnósticos de enfermagem que melhor se encaixassem diante do seu estado atual, intervindo dentro dos cuidados da enfermagem, tentando alcançar os resultados esperados, resolvendo e controlando as alterações encontradas durante a hospitalização. Nossa proposta foi vincular-se ao máximo aos idosos a fim de mostrar-lhes que sua doença tem tratamento, e que através do nosso cuidado sistematizado minimizamos os efeitos da insuficiência renal aguda (IRA) durante o período hospitalar, e que o cuidado familiar no âmbito domiciliar ajuda na melhoria da sua reabilitação, prevenindo agravos e danos futuros. É essencial e indispensável que nós, enfermeiros, deixemos de lado o “tecnicismo” e forneçamos uma assistência qualificada e humanizada ao paciente idoso acometido por IRA internado na UTI, nos baseando sempre nos princípios éticos que norteiam nossa profissão. Ao interagir com estes pacientes idosos por meio da assistência de enfermagem, percebemos a importância de estar próximo, de desenvolver vínculos e de proporcionar confiança durante a internação, pois a partir do nosso cuidar, respeitar e apoiar, tivemos nossos resultados de enfermagem alcançados com êxito na reabilitação dos pacientes promovendo atenção integral à saúde.

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