Artigo Anais II CONIDIS

ANAIS de Evento

ISSN: 2526-186X

AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DE ÁGUAS DE CISTERNAS DO SÍTIO MÍGUEL, ITAPETIM, PERNAMBUCO

Palavra-chaves: NORDESTE, APROVEITAMENTO, QUALIDADE, COLIFORMES, COLIFORMES Comunicação Oral (CO) AT 05 - Águas do semiárido: recurso e bem de uso comum
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Publicado em 18 de dezembro de 2017

Resumo

A região Nordeste integra-se por uma área de aproximadamente 1.663.230 km² (SUDENE), abrangendo a parte do “Polígono das Secas”. Apresenta sub-regiões bem definidas, destacando-se o Sertão, possuindo uma pluviosidade variando entre 300 e 800 mm/ano. Nesse contexto, é fato evidenciar que a variação constante do clima e a escassez hídrica são marcas inextinguíveis do semiárido brasileiro, e conviver com esse clima inconstante é adaptar-se a uma forma específica do clima da região. Desse modo, desenvolver caminhos como estratégias para se ter uma boa convivência com os recursos impostos pela natureza da região são necessários. O aproveitamento de águas das chuvas vem se tornando uma prática comum entre os sertanejos visando driblar o período adverso, esse método consiste em captação de chuva por meio dos telhados das residências e o armazenamento em reservatórios denominados cisternas. No entanto, um problema observado é que parte dessa água perde a qualidade para o consumo seja por ações antrópicas ou por ações naturais. Desse modo, o presente trabalho teve por objetivo analisar a qualidade microbiológica de águas de cisternas utilizadas pela comunidade Miguel localizada na zona rural do município de Itapetim-PE. As amostras de 100 mL de água foram adquiridas em 10 cisternas da região e transportadas para o Laboratório de Microbiologia do Centro de Saúde e Tecnologia Rural da Universidade Federal de Campina Grande. A análise presuntiva para Coliformes Totais e Termotolerantes se deu através da diluição em água peptonada e inoculação no Caldo Lauril Triptose (CLT), com tubos de Durham invertidos a 37º C por 48 horas. Para a etapa presuntiva, as amostras foram inoculadas em Caldo Verde Brilhante (CVB) e Caldo Escherichia coli (EC), todos também com tubos de Durham invertidos. Para a pesquisa de E. coli, das culturas positivas nos caldos EC foram feitos os repiques para placas de Ágar Eosina Azul de Metileno (EMB), e posteriormente transferidas para tubos inclinados contendo Ágar Plate Count (PCA), por fim, dos testes bioquímicos foram feitos o citrato utilizando o Ágar Citrato de Simmons (ACS) inclinado, Indol, Voges-Proskaer e Vermelho de Metila. De acordo com os dados obtidos após as análises observou-se que os valores de Coliformes Totais, Termotolerantes e a bactéria Escherichia coli encontrados nas amostras não estão em conformidade com o estabelecido pela Portaria Nº 2.914 de 2011 do Ministério da Saúde, implicando afirmar que as águas de todas as cisternas em questão estão improprias para o consumo humano. O auto índice de contaminação das cisternas pode estar ocorrendo devido as mesmas não estarem devidamente protegidas seja durante o armazenamento da água nas cisternas ou até mesmo pela própria conservação do reservatório. Neste caso, para garantir a qualidade microbiológica dessas águas e minimizar os riscos de doenças é preciso protegê-la através de medidas como acondicionamento e manuseio adequados, constantes inspeções de suas estruturas, tanto das cisternas como do mecanismo de captura, e por fim, manter a presença constante de um teor mínimo de cloro (0,5 mg/L) na água durante seu armazenamento, o qual é muito eficiente na eliminação de microrganismos patogênicos.

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