MORFOMETRIA DE SEMENTES DE TABEBUIA AUREA (BIGNONIACEAE) EM DOIS DIFERENTES MICROHABITATS
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As sementes são imprescindíveis para o desenvolvimento, o estabelecimento e a sobrevivência das espécies vegetais, além dessas capacidades, as sementes tendem a ser geneticamente mais adaptadas ao meio em que se encontram, garantindo a perpetuação da espécie ao longo do tempo. Tabebuia aurea é uma espécie arbórea pertencente à família Bignoniaceae, conhecida popularmente como ipê-amarelo-cascudo. Sua ocorrência abrange as regiões norte e nordeste, encontrada em ecossistemas como Amazônia, Cerrado, Caatinga e Pantanal matogrossense. Esta espécie possui fruto seco e deiscente, e suas sementes são aladas e dispersas pelo vento (anemocoria). O trabalho consistiu em obter dados morfométricos das sementes de T. aurea, sob influência de dois microhabitats distintos no município de Mossoró, a fim de conhecer mais sobre essa espécie tão frequente no semiárido potiguar. Foram coletados cinco frutos na praça da criança da Cidade de Mossoró – RN, um ambiente movimentado, com fluxo intenso e transitação de pessoas e veículos automotivos, e cinco foram coletados no Campus Central da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), ambiente com menor fluxo de pessoas e veículos, quando comparado com o centro da cidade. Foram coletadas um total de 299 sementes na UERN, e 218 sementes coletadas no Centro de Mossoró.Os frutos foram coletados em estado de pré-deiscência,semi-aberto, mas ainda na árvore. Foram selecionadas, aleatoriamente 100 sementes coletadas no centro de Mossoró, e 100 sementes T. aurea coletadas no Campus Central UERN, totalizando 200 sementes. Na morfometria das sementes foram mensurados o comprimento, a largura e o peso. Os dados foram tabulados e as médias morfométricas determinadas com o auxílio do programa BioEstat 5.0. Para avaliar os dados morfométricos entre os dois microahabitats, realizou-se o teste de Mann-Witney entre as variáveis. As árvores da espécie Tabebuia aurea apresentaram maior número de sementes nos frutos coletados no Campus Central (UERN), podendo está relacionado a alguns fatores como uma maior assiduidade de polinizadores, menos poluentes, disponibilidade de nutrientes para desenvolvimento e formação das sementes, já que nas proximidades do centro a poluição sonora e a atmosférica podem interferir diretamente na propagação das espécies." 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