Artigo Anais II CINTEDI

ANAIS de Evento

ISSN: 2359-2915

ATIVIDADES LÚDICAS COMO PROMOÇÃO DA INCLUSÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID BIOLOGIA DO CAMPUS I DA UFPB

Palavra-chaves: INCLUSÃO SOCIAL, OFICINA PEDAGÓGICA, AULA PRÁTICA, JOGO LÚDICO, JOGO LÚDICO Comunicação Oral (CO) GT-16 - ENSINO DE CIÊNCIA, EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E INCLUSÃO
"2016-11-15 23:00:00" // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
App\Base\Administrativo\Model\Artigo {#1843 // app/Providers/../Base/Publico/Artigo/resources/show_includes/info_artigo.blade.php
  #connection: "mysql"
  +table: "artigo"
  #primaryKey: "id"
  #keyType: "int"
  +incrementing: true
  #with: []
  #withCount: []
  +preventsLazyLoading: false
  #perPage: 15
  +exists: true
  +wasRecentlyCreated: false
  #escapeWhenCastingToString: false
  #attributes: array:35 [
    "id" => 22719
    "edicao_id" => 49
    "trabalho_id" => 342
    "inscrito_id" => 360
    "titulo" => "ATIVIDADES LÚDICAS COMO PROMOÇÃO DA INCLUSÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID BIOLOGIA DO CAMPUS I DA UFPB"
    "resumo" => "Sabe-se que a lei assegura uma educação inclusiva assim como igualdade de condições de acesso e permanência no ensino regular. A escola tem um papel importante em adequar-se as necessidades do aluno, ainda mais devido ao crescimento na demanda de alunos com necessidades educacionais especial nessas instituições. Esses alunos podem encontrar obstáculos de diversas ordens, sendo que uma delas é a falta de materiais adaptados. Esse relato de experiência tem o objetivo de expor atividades desenvolvidas na perspectiva da inclusão de alunos com necessidade educacionais especiais (NEE). O público alvo foram alunos do 7°, 8° e 9° anos da EEEFMP Antônia Rangel de Farias, localizada em João Pessoa. As atividades práticas desenvolvidas foram divididas em: jogo lúdico sobre “Cadeia e teia alimentar”, oficina pedagógica “Montagem da molécula de DNA” e atividade prática “Reações químicas”, respectivamente. No desenvolvimento do jogo lúdico, utilizaram-se placas de papel canson nomeadas com seres vivos. Para a execução da oficina, utilizou-se materiais de baixo custo; cola e papel colorido recortados em diversas formas geométricas. Na atividade prática utilizaram-se materiais de fácil acesso: ácido etanoico (vinagre); peróxido de hidrogênio (água oxigenada) a 10%; comprimidos de permanganato de potássio. Durante a execução das atividades, percebeu-se uma maior interação aluno-aluno, aluno-professor, assim como percebeu-se a compreensão dos conteúdos vistos anteriormente de forma teórica. Antes visto apenas como alunos passivos, sem muita participação durante as aulas, nas atividades lúdicas os alunos com NEE tornaram-se ativos e participativos, contribuindo em todo momento no processo de ensino aprendizagem. Vale ressaltar, inclusive, que após o término da montagem e colagem dos nucleotídeos, na oficina pedagógica, foram os alunos com DI que se indicaram para colar a ilustração da molécula de DNA na parede da escola. Assumindo uma postura crítica-construtiva, a interprete de libras de um dos alunos participantes relatou que através das atividades lúdicas é possível dar sentido a conteúdos antes visto na teoria, mas, que não existe linguagem de sinais para determinadas palavras, dificultando a compreensão por parte dos alunos com DA. As atividades lúdicas representam estratégias metodológicas enriquecedoras e com grande potencial de contribuir para uma aprendizagem efetiva. Apesar de serem desenvolvidas buscando atender o alunado com DI e DA, podem e devem ser usados com alunos sem nenhuma NEE, visando assim respeitar o propósito da inclusão escolar que tem por objetivo a igualdade de oportunidade educacionais independente das limitações."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "GT-16 - ENSINO DE CIÊNCIA, EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E INCLUSÃO"
    "palavra_chave" => "INCLUSÃO SOCIAL, OFICINA PEDAGÓGICA, AULA PRÁTICA, JOGO LÚDICO, JOGO LÚDICO"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV060_MD1_SA16_ID360_01092016232528.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:08"
    "updated_at" => "2020-06-09 18:59:21"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "LAERGIA MIRELLY PORPINO LAGES"
    "autor_nome_curto" => "LAÉRGIA MIRELLY"
    "autor_email" => "laergiamplages@gmail.com"
    "autor_ies" => "UFPB"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-ii-cintedi"
    "edicao_nome" => "Anais II CINTEDI"
    "edicao_evento" => "II Congresso Internacional de Educação Inclusiva e IIJornada Chilena Brasileira de Educação Inclusiva"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/cintedi/2016"
    "edicao_logo" => "5e49faf25ae35_16022020233114.png"
    "edicao_capa" => "5f183d74d349a_22072020102156.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-11-15 23:00:00"
    "publicacao_id" => 21
    "publicacao_nome" => "Anais do Congresso Internacional de Educação e Inclusão - CINTEDI"
    "publicacao_codigo" => "2359-2915"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #original: array:35 [
    "id" => 22719
    "edicao_id" => 49
    "trabalho_id" => 342
    "inscrito_id" => 360
    "titulo" => "ATIVIDADES LÚDICAS COMO PROMOÇÃO DA INCLUSÃO NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID BIOLOGIA DO CAMPUS I DA UFPB"
    "resumo" => "Sabe-se que a lei assegura uma educação inclusiva assim como igualdade de condições de acesso e permanência no ensino regular. A escola tem um papel importante em adequar-se as necessidades do aluno, ainda mais devido ao crescimento na demanda de alunos com necessidades educacionais especial nessas instituições. Esses alunos podem encontrar obstáculos de diversas ordens, sendo que uma delas é a falta de materiais adaptados. Esse relato de experiência tem o objetivo de expor atividades desenvolvidas na perspectiva da inclusão de alunos com necessidade educacionais especiais (NEE). O público alvo foram alunos do 7°, 8° e 9° anos da EEEFMP Antônia Rangel de Farias, localizada em João Pessoa. As atividades práticas desenvolvidas foram divididas em: jogo lúdico sobre “Cadeia e teia alimentar”, oficina pedagógica “Montagem da molécula de DNA” e atividade prática “Reações químicas”, respectivamente. No desenvolvimento do jogo lúdico, utilizaram-se placas de papel canson nomeadas com seres vivos. Para a execução da oficina, utilizou-se materiais de baixo custo; cola e papel colorido recortados em diversas formas geométricas. Na atividade prática utilizaram-se materiais de fácil acesso: ácido etanoico (vinagre); peróxido de hidrogênio (água oxigenada) a 10%; comprimidos de permanganato de potássio. Durante a execução das atividades, percebeu-se uma maior interação aluno-aluno, aluno-professor, assim como percebeu-se a compreensão dos conteúdos vistos anteriormente de forma teórica. Antes visto apenas como alunos passivos, sem muita participação durante as aulas, nas atividades lúdicas os alunos com NEE tornaram-se ativos e participativos, contribuindo em todo momento no processo de ensino aprendizagem. Vale ressaltar, inclusive, que após o término da montagem e colagem dos nucleotídeos, na oficina pedagógica, foram os alunos com DI que se indicaram para colar a ilustração da molécula de DNA na parede da escola. Assumindo uma postura crítica-construtiva, a interprete de libras de um dos alunos participantes relatou que através das atividades lúdicas é possível dar sentido a conteúdos antes visto na teoria, mas, que não existe linguagem de sinais para determinadas palavras, dificultando a compreensão por parte dos alunos com DA. As atividades lúdicas representam estratégias metodológicas enriquecedoras e com grande potencial de contribuir para uma aprendizagem efetiva. Apesar de serem desenvolvidas buscando atender o alunado com DI e DA, podem e devem ser usados com alunos sem nenhuma NEE, visando assim respeitar o propósito da inclusão escolar que tem por objetivo a igualdade de oportunidade educacionais independente das limitações."
    "modalidade" => "Comunicação Oral (CO)"
    "area_tematica" => "GT-16 - ENSINO DE CIÊNCIA, EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E INCLUSÃO"
    "palavra_chave" => "INCLUSÃO SOCIAL, OFICINA PEDAGÓGICA, AULA PRÁTICA, JOGO LÚDICO, JOGO LÚDICO"
    "idioma" => "Português"
    "arquivo" => "TRABALHO_EV060_MD1_SA16_ID360_01092016232528.pdf"
    "created_at" => "2020-05-28 15:53:08"
    "updated_at" => "2020-06-09 18:59:21"
    "ativo" => 1
    "autor_nome" => "LAERGIA MIRELLY PORPINO LAGES"
    "autor_nome_curto" => "LAÉRGIA MIRELLY"
    "autor_email" => "laergiamplages@gmail.com"
    "autor_ies" => "UFPB"
    "autor_imagem" => ""
    "edicao_url" => "anais-ii-cintedi"
    "edicao_nome" => "Anais II CINTEDI"
    "edicao_evento" => "II Congresso Internacional de Educação Inclusiva e IIJornada Chilena Brasileira de Educação Inclusiva"
    "edicao_ano" => 2016
    "edicao_pasta" => "anais/cintedi/2016"
    "edicao_logo" => "5e49faf25ae35_16022020233114.png"
    "edicao_capa" => "5f183d74d349a_22072020102156.jpg"
    "data_publicacao" => null
    "edicao_publicada_em" => "2016-11-15 23:00:00"
    "publicacao_id" => 21
    "publicacao_nome" => "Anais do Congresso Internacional de Educação e Inclusão - CINTEDI"
    "publicacao_codigo" => "2359-2915"
    "tipo_codigo_id" => 1
    "tipo_codigo_nome" => "ISSN"
    "tipo_publicacao_id" => 1
    "tipo_publicacao_nome" => "ANAIS de Evento"
  ]
  #changes: []
  #casts: array:14 [
    "id" => "integer"
    "edicao_id" => "integer"
    "trabalho_id" => "integer"
    "inscrito_id" => "integer"
    "titulo" => "string"
    "resumo" => "string"
    "modalidade" => "string"
    "area_tematica" => "string"
    "palavra_chave" => "string"
    "idioma" => "string"
    "arquivo" => "string"
    "created_at" => "datetime"
    "updated_at" => "datetime"
    "ativo" => "boolean"
  ]
  #classCastCache: []
  #attributeCastCache: []
  #dates: []
  #dateFormat: null
  #appends: []
  #dispatchesEvents: []
  #observables: []
  #relations: []
  #touches: []
  +timestamps: false
  #hidden: []
  #visible: []
  +fillable: array:13 [
    0 => "edicao_id"
    1 => "trabalho_id"
    2 => "inscrito_id"
    3 => "titulo"
    4 => "resumo"
    5 => "modalidade"
    6 => "area_tematica"
    7 => "palavra_chave"
    8 => "idioma"
    9 => "arquivo"
    10 => "created_at"
    11 => "updated_at"
    12 => "ativo"
  ]
  #guarded: array:1 [
    0 => "*"
  ]
}
Publicado em 15 de novembro de 2016

Resumo

Sabe-se que a lei assegura uma educação inclusiva assim como igualdade de condições de acesso e permanência no ensino regular. A escola tem um papel importante em adequar-se as necessidades do aluno, ainda mais devido ao crescimento na demanda de alunos com necessidades educacionais especial nessas instituições. Esses alunos podem encontrar obstáculos de diversas ordens, sendo que uma delas é a falta de materiais adaptados. Esse relato de experiência tem o objetivo de expor atividades desenvolvidas na perspectiva da inclusão de alunos com necessidade educacionais especiais (NEE). O público alvo foram alunos do 7°, 8° e 9° anos da EEEFMP Antônia Rangel de Farias, localizada em João Pessoa. As atividades práticas desenvolvidas foram divididas em: jogo lúdico sobre “Cadeia e teia alimentar”, oficina pedagógica “Montagem da molécula de DNA” e atividade prática “Reações químicas”, respectivamente. No desenvolvimento do jogo lúdico, utilizaram-se placas de papel canson nomeadas com seres vivos. Para a execução da oficina, utilizou-se materiais de baixo custo; cola e papel colorido recortados em diversas formas geométricas. Na atividade prática utilizaram-se materiais de fácil acesso: ácido etanoico (vinagre); peróxido de hidrogênio (água oxigenada) a 10%; comprimidos de permanganato de potássio. Durante a execução das atividades, percebeu-se uma maior interação aluno-aluno, aluno-professor, assim como percebeu-se a compreensão dos conteúdos vistos anteriormente de forma teórica. Antes visto apenas como alunos passivos, sem muita participação durante as aulas, nas atividades lúdicas os alunos com NEE tornaram-se ativos e participativos, contribuindo em todo momento no processo de ensino aprendizagem. Vale ressaltar, inclusive, que após o término da montagem e colagem dos nucleotídeos, na oficina pedagógica, foram os alunos com DI que se indicaram para colar a ilustração da molécula de DNA na parede da escola. Assumindo uma postura crítica-construtiva, a interprete de libras de um dos alunos participantes relatou que através das atividades lúdicas é possível dar sentido a conteúdos antes visto na teoria, mas, que não existe linguagem de sinais para determinadas palavras, dificultando a compreensão por parte dos alunos com DA. As atividades lúdicas representam estratégias metodológicas enriquecedoras e com grande potencial de contribuir para uma aprendizagem efetiva. Apesar de serem desenvolvidas buscando atender o alunado com DI e DA, podem e devem ser usados com alunos sem nenhuma NEE, visando assim respeitar o propósito da inclusão escolar que tem por objetivo a igualdade de oportunidade educacionais independente das limitações.

Compartilhe:

Visualização do Artigo


Deixe um comentário

Precisamos validar o formulário.