Artigo Anais IV CEDUCE

ANAIS de Evento

ISSN: 2447-035X

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AVALIAÇÃO E PLANEJAMENTO EDUCACIONAL INDIVIDUALIZADO (PEI): PERSPECTIVAS PARA A ESCOLARIZAÇÃO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL

Palavra-chaves: DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, PEI, AVALIAÇÃO, ESCOLARIZAÇÃO Pôster (PO) / Poster Submission Diversidade e Diferença

Resumo

Resumo A avaliação e o planejamento destinados a alunos com deficiência intelectual constituem um ponto que sempre suscitou discussão no cenário da Educação Especial, tanto a nível nacional como internacional. Entretanto, a Educação Inclusiva preconiza que esses alunos devam ser identificados para que os apoios necessários sejam disponibilizados, a fim de que esses avancem em seu processo de ensino e aprendizagem. Sendo assim, o presente trabalho tem por objetivo refletir sobre como vem sendo realizada a relação entre a avaliação e o planejamento destinados aos alunos com deficiência intelectual. Para tal, nos baseamos na perspectiva histórico-cultural de Lev Vigotski, autor que compreende o homem em sua dimensão sócio histórica, onde passamos a ser nós mesmos nas relações concretas de vida com os outros homens. Consideramos o planejamento educacional individualizado (PEI) como um instrumento de grande importância no processo de escolarização dos alunos com deficiência intelectual, uma vez que através dele será possível que eles tenham acesso a uma avaliação contínua, contribuindo para o planejamento de práticas pedagógicas que atendam às suas especificidades e promovam seu desenvolvimento. Nossa pesquisa é qualitativa e de cunho bibliográfico e pelos resultados, mesmo que preliminares, é possível perceber que nossas escolas necessitam rever as práticas avaliativas destinadas a esses alunos que, em sua maioria, não atendem às suas necessidades e são marcadas por características de segregação, com foco na deficiência e em suas características de impossibilidades. Identificamos também a falta de formação continuada e permanente para os profissionais envolvidos no trabalho com esses alunos, contribuindo de forma negativa para o avanço dos mesmos e acentuando características de falta de pertencimento e exclusão. Concluindo, se pretendemos promover uma Educação Inclusiva para alunos com deficiência intelectual, é preciso (re)pensar e (re)estruturar o sistema educacional, tão marcado pelo convencional e pela dificuldade de mudança, a fim de que a avaliação e o planejamento sejam colocados para a progressão desses alunos e não como obstáculos em seu processo de escolarização.

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